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                Deriva dos Continentes

Processo de deslocamento da crosta terrestre que provoca mudanças na posição dos continentes e modifica o relevo da Terra. A primeira Teoria da Deriva Continental é elaborada pelo geofísico e meteorologista alemão Alfred Wegener (1880-1930). No livro A Origem dos Continentes e dos Oceanos (1915), Wegener afirma que as terras do planeta se encontram inicialmente agrupadas em um único supercontinente - o Pangéia -, que se fragmentou há cerca de 200 milhões de anos. No entanto, sua hipótese não é confirmada pelos cientistas da época, porque não explica qual a força que teria provocado os deslocamentos. Logo após a II Guerra Mundial, em 1947 um grupo de cientistas do Observatório Geológico de Lamont, nos EUA, comprova a teoria de Wegener, que é aceita até hoje. A crosta terrestre ou litosfera é formada por placas com cerca de 250 km de espessura, que se assentam sobre o manto inferior ou astenosfera. O magma que forma o manto inferior se mantém em movimento devido às correntes convectivas resultantes dos diferentes padrões de temperatura entre as camadas interiores da Terra e força as placas da crosta a se deslocarem. Desde a desagregação do Pangéia, a superfície terrestre encontra-se em movimento contínuo, até chegar à configuração mais recente dos continentes, que se estabelece há 60 milhões de anos. Atualmente, a deriva continua: a América do Sul, por exemplo, afasta-se da África cerca de 5 cm por ano.